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19 mar 2009Há diferenças em muitos aspectos entre ricos e pobres. Abaixo segue uma lista de 5 diferenças que são claras.
Para os pobres, o dinheiro normalmente significa algo que ele precisa para sobreviver, comer. Ou seja, não é sua preocupação principal. Há também uma sensação entre os mais pobres de que o dinheiro é algo do mal. Ele está associado com uma ambição negativa.
Para os ricos, o dinheiro é o seu maior objetivo. Eles também sabem que o dinheiro serve para sobreviver, comer, mas eles o querem para ter tudo de melhor que a vida pode proporcionar a eles. Desse modo, os ricos buscam o dinheiro e quando ganham, eles o protegem. Dificilmente os ricos associam o dinheiro a algo negativo.
Para os pobres, os investimentos servem para que o dinheiro não fique parado, desvalorizando. O investimento serve para que a inflação não faça o dinheiro perder valor. Portanto, para os pobres, o investimento preferido costuma ser a poupança.
Para os ricos, os investimentos servem para aumentar o patrimônio, e não apenas para preservá-lo. Os ricos sabem que com investimentos eles conseguirão atrair mais dinheiro. O investimento mais comum dos ricos são novos negócios. A poupança raramente será citada como investimento pelas pessoas com mais dinheiro.
Para os pobres, o trabalho é a única e mais segura maneira de conseguir dinheiro. Portanto, os pobres estão sempre procurando um emprego melhor para ganhar mais.
Já para os ricos, o trabalho é a melhor maneira de se satisfazer profissionalmente. E é com o trabalho que eles descobrem novas oportunidades para gerar mais dinheiro, e gerar empregos para outras pessoas, gerando dinheiro para eles. Os ricos sabem que um emprego não dá realmente segurança, pois a qualquer momento ele pode ser mandado embora.
Para os pobres, os problemas são sempre grandes, difíceis de serem superados. Portanto são encarados como obstáculos e devem sempre ser evitados.
Os ricos encaram os problemas como degraus. Cada vez que se ultrapassa um problema, chega-se num ponto superior ao que estava antes. Os ricos não fogem dos problemas, e sim, encaram eles de frente pois sabem que aprenderão muito com eles.
Para os pobres os erros são abomináveis. O mais importante é acertar sempre. Se eles erram tentam esconder de si mesmo, dos filhos, do cônjuge ou do chefe que cometeram algum erro. Normalmente o sentimento associado ao erro é a culpa.
Para os ricos, errar faz parte do aprendizado da vida. Errar é apenas uma etapa para o acerto. Os ricos têm consciência de que vão errar mais de uma vez até chegarem ao seu objetivo principal. O sentimento associado ao erro é a força para tentar de novo.
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